terça-feira, 21 de agosto de 2012

Candidato Adolfo Konder deve um pedido de desculpas à população de São Gonçalo. Os gonçalenses não podem ser tratados como pessoas ignorantes. Respeito é bom e todos nós gostamos!


A emenda saiu pior que o soneto - veja a alteração no site, clicando AQUI

O Território Gonçalense Eleições 2012 publicou, ontem (20/08), uma matéria sobre o site de Adolfo Konder (PDT) onde informava que o candidato foi o responsável pela instalação da fábrica de sardinhas Coqueiro, em São Gonçalo, durante a sua gestão na Prefeitura. Detalhe: a fábrica foi fundada no município na década de 30. (veja a matéria AQUI)

Diante da repercussão e indignação das pessoas, a informação foi alterada na página do candidato, mas a emenda saiu pior que o soneto.

Veja como ficou após a alteração:

“Adolfo participou de diversas conquis­tas. Em parceria com o governo federal, ajudou a trazer o Centro de Integração do Comperj, que emprega 4 mil pessoas e tem capacidade para atender 370 alunos em três turnos. Empresas de grande porte, como os Supermercados Guanabara, Coca-Cola e Estaleiro Aliança se instalaram em São Gonçalo durante sua gestão, além da Coqueiro, cuja fábrica foi reinaugurada. Adolfo também ajudou a criar uma política de geração de empregos e renda, que deu condições dignas de vida para milhares de moradores. Até 2015, serão criados 5 mil postos de trabalho no município.”

Antes estava escrito assim:

“Adolfo participou de diversas conquis­tas. Em parceria com o governo federal, ajudou a trazer o Centro de Integração do Comperj, que emprega 4 mil pessoas e tem capacidade para atender 370 alunos em três turnos. Empresas de grande porte, como os Supermercados Guanabara, Coca-Cola, Estaleiro Aliança e Coqueiro, se instalaram em São Gonçalo durante sua gestão. Adolfo também ajudou a criar uma política de geração de empregos e renda, que deu condições dignas de vida para milhares de moradores. Até 2015, serão criados 5 mil postos de trabalho no município.

Queridos leitores, até ontem a noite eu queria acreditar que tudo isso não passou de um grande equívoco, mas ao fazer uma nova pesquisa no google encontrei mais dois links relacionados a essa estapafúrdia mentira sobre a instalação da Coqueiro durante a gestão Konder.

O primeiro é de uma página de notícias de seu própio site com a seguinte manchete: “Adolfo Konder aposta na criação de 5 mil empregos com a chegada de novas empresas a São Gonçalo”

Curioso é que essa página não aparece mais no site do candidato, mas está no google, ou seja, excluíram somente no site.

No corpo da matéria tem uma declaração do candidato afirmando que a Coqueiro foi instalada, em São Gonçalo, durante o seu governo.
Clique na imagem para ampliar


 “Nós vamos transformar São Gonçalo em um pólo formador de mão de obra qualificada. Somente o Centro de Integração do Comperj vai empregar 4 mil pessoas. Empresas de porte, como os Supermercados Guanabara, Coca-Cola, Estaleiro Aliança e Coqueiro também se instalaram aqui durante o nosso governo. Criamos uma política de geração de empregos e renda, que deu condições dignas de vida para milhares de moradores” afirma. (confira AQUI)

No dia 16 de julho passado, o jornal O São Gonçalo também publicou uma matéria em que o candidato Adolfo Konder cita a Coqueiro.

Clique na imagem para ampliar



“[...] Empresas de porte, como o Supermercados Guanabara, a Coca-Cola, o Estaleiro Aliança e a Coqueiro são exemplos da nossa política de atração de indústrias [...]”.

Pois bem. Somente depois que o Território Gonçalense publicou sobre o assunto é que resolveram dizer que não foi uma instalação, mas sim uma reinauguração.

Quer dizer que se o Território Gonçalense não chamasse a atenção para a falsa informação ela continuaria normalmente no site, é isso?

Vamos refutar agora sobre essa tal reinauguração da fábrica Coqueiro:

Fábrica da Coqueiro não faliu e tampouco foi fechada

Numa pesquisa feita no google não foi encontrada qualquer notícia sobre a falência ou fechamento da fábrica Coqueiro, em São Gonçalo.

Pesquisei por reinauguração. Também não foi encontrada qualquer referência sobre a reinauguração da Coqueiro, em São Gonçalo.

As notícias recentes encontradas sobre a famosa indústria de sardinhas em conservas falam somente da compra da marca pela Camil.

Que reinauguração é essa que não foi divulgada em nenhum meio de comunicação?

Transação comercial da empresa não tem nada a ver com a gestão Konder

A compra da marca Coqueiro pela Camil não tem qualquer relação com a gestão do Konder na Prefeitura de São Gonçalo.

Nos links (de jornais e portais de notícias) postados no google sobre a compra da marca pela Camil, nenhum deles diz que a transação teve relação com a política de atração de indústrias do então secretário de Desenvolvimento Econômico, Adolpho Konder. (na época ele assinava o nome com PH)

A compra da marca Coqueiro pela Camil foi motivada por uma política interna de expansão da empresa.

  
Confira a matéria sobre a compra da Coqueiro pela Camil, clicando AQUI


Pois é, meus caros leitores, depois da patética alteração de instalação para reinauguração da fábrica Coqueiro, eu sou obrigado a pensar mesmo que a equipe de campanha do candidato vê os gonçalenses como pessoas ignorantes, otárias, burras, tolas, entre outras coisas...

Agora só resta uma alternativa para o candidato: pedir desculpas aos gonçalenses pela tenebrosa falha.

Para não parecer implicância da minha parte, gostaria de ressaltar que, ao contrário do que os seus cabos eleitorais e os funcionários da Prefeitura pensam, eu não tenho absolutamente nada contra o prefeitável Adolfo Konder.

Vocês, leitores, são testemunhas disso. Eu não o ataco e jamais faltei com respeito a pessoa dele e muito menos de qualquer outro candidato.  Agora, eu não tenho culpa se ele é pessimamente assessorado e que fatos negativos sobre o candidato venham à tona. Será que não tinha uma alma bondosa para alertá-lo que a Coqueiro já existia, em São Gonçalo, antes de ele vir ao mundo?

Candidato Adolfo Konder, essa foi feia mesmo. Pegou muito mal a sua atitude, desmonstrou uma tremenda falta de respeito para com a nossa gente.

O senhor realmente deve um pedido desculpas aos gonçalenses, pois respeito é bom e todos nós gostamos!


Território Gonçalense entrevista a prefeitável Dayse Oliveira (PSTU)


Dando continuidade a série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de São Gonçalo, realizada pelo Território Gonçalense Eleições 2012, hoje, publicamos com a candidata do PSTU, Dayse Oliveira.
Professora de História, ativa militante socialista e do movimento negro, e fundadora do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), Dayse Oliveira já participou de várias eleições.
Nas eleições presidenciais de 2002, foi vice-presidente na chapa de José Maria de Almeida (mais conhecido como Zé Maria); Em 2004, concorreu à Prefeitura de São Gonçalo obtendo 6.723 votos; Em 2006, foi candidata a senadora obtendo 31.875 votos; e agora disputa novamente o cargo de prefeita da segunda maior cidade do Estado.
Vamos saber por que Dayse Oliveira deseja ser a chefe do executivo do nosso município.
Vagner Rosa: Por que a senhora quer ser prefeita de São Gonçalo?
Dayse Oliveira: Decidi me candidatar a prefeitura de São Gonçalo para ser a voz dos trabalhadores, do povo pobre e da juventude nestas eleições. Nosso objetivo é usar nossas candidaturas para impulsionar as lutas dos trabalhadores. Nós do PSTU acreditamos que somente a luta e a mobilização dos trabalhadores é capaz de mudar a vida e não apenas as eleições.
Vagner: Nas caminhadas que tem feito pela cidade, o que tem mais chamado a atenção da senhora?
Dayse Oliveira: A realidade é que os trabalhadores de nossa cidade vêm sofrendo com o abandono dos últimos governos. Sai ano, entra ano e as coisas só pioram, pois, os governos que tivemos tinham um lado para governar que sempre foi o lado dos ricos e poderosos. O que mais me assusta é a maneira como a saúde e educação estão jogadas a traças e abandonadas pelo poder público, daí os que tem dinheiro para pagar planos de saúde e escola tem direito e o trabalhador que paga seus impostos em dia fica a ver navios pelo descaso do poder público.
Vagner: É unanimidade no município que a área mais critica é a saúde. Realmente, o descaso é grande! Caso seja eleita, que medida a senhora adotaria de imediato para solucionar o péssimo atendimento nesta área vital do ser humano?
Dayse Oliveira: Primeiramente colocar os hospitais nas mãos do governo e acabar com o trabalho terceirizado, todos os funcionários terceirizados tem que ser funcionários da prefeitura. É necessário também que tenhamos profissionais da saúde disponíveis para a população e que estes trabalhadores recebam salários dignos. Os postos de saúde e hospitais têm que ter medicamentos, não pode ser que os remédios sejam uma raridade nesses locais. Por fim, lutar pela construção de conselhos populares para saúde, um mecaniso para que o povo tenha vez nesta história.
Vagner: A senhora como professora e fundadora do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), com certeza, tem uma visão muito bem apurada sobre a questão da educação em todos os níveis na cidade.
Pois bem. O IDEB acabou de divulgar as notas referentes ao biênio 2011 e São Gonçalo não atingiu as metas.
Na rede municipal, a situação é a seguinte:
Meta 5º ano (antiga 4ª série): 4.6 – Média alcançada: 4.1
Meta 9º ano (antiga 8ª série): 3.4 – Média alcançada: 3.2
Candidata, na sua visão qual é o maior problema hoje na educação do município e que medida emergencial a senhora pretende adotar nesta área de grande importância para o progresso do homem e da sociedade?
Dayse Oliveira: O maior problema é que não querem deixar o filho do trabalhador estudar, a escola esta se tornando espaço para fazer dinheiro com privatizações e precarização do ensino público.
Os profissionais de educação e a comunidade escolar sabem muito bem que a educação não é e nunca foi prioridade no município. Para se ter uma ideia temos um dos piores salários do estado. Temos que valorizar o profissional da educação em todos os níveis, digo a cozinheira, o porteiro, o professor e todos que trabalham nas escolas. É necessário investir 10% da arrecadação pública para educação já, garantir um salário digno para os profissionais de educação e dar fim a privatização do ensino no município.
Vagner: Infelizmente, São Gonçalo ainda ostenta o triste título de a maior cidade dormitório do país. Dados do Ministério do Trabalho informam que a taxa de desemprego em nosso município é alta: 10,1%. Que soluções a senhora apontam para reverter esse quadro?
Dayse Oliveira: Um plano de obras públicas para gerar emprego de qualidade e sanar algumas carencias de nosso município. Imagina o governo investindo na construção de casas populares, hospitais e escolas. Geraria empregos e ainda fariamos uma melhora em nossa infraestrutura.
Vagner: Outro indicador negativo sobre o nosso município diz respeito ao saneamento básico. O Instituto Trata Brasil acabou de divulgar o Ranking do Saneamento das 100 maiores cidades brasileiras. São Gonçalo está pessimamente colocada em 75º lugar. O que a senhora tem a dizer sobre essa colocação e como pretende tratar esse problema em seu governo?
Dayse Oliveira: Primeiro gostaria de reafirmar que um governo que recebe dinheiro de empresários e banqueiros para a sua campanha já se comprometem com os ricos e poderosos. Estes não moram em nossa cidade. Por isso, 80% das casas em São Gonçalo não possuem saneamento básico, pois os que moram nela são trabalhadores e o povo pobre. Conheço essa realidade, pois moro em São Gonçalo, no bairro do Porto Velho e já morei em Jardim Catarina, um dos bairros mais precários de São Gonçalo. Tenho contato com os trabalhadores nas fabricas e com filhos de trabalhadores nas escolas. Nós do PSTU defendemos que só um governo para os trabalhadores é capaz de garantir melhores condições de vida para os trabalhadores e o povo pobre. Do jeito que tá, não é possível.
Vagner: Por conta do Comperj, já podemos sentir ares de progresso na região. Porém, devemos ser realistas com as consequências futuras como: aumento populacional, aumento da violência e a favelização. A senhora já tem projetos em mente para enfrentar ou evitar esses problemas que poderão surgir lá na frente?
Dayse Oliveira: Não podemos colocar um sinal de igual na vinda do comperj e estes fatores que você chamou de problemas. A questão é que o capitalismo leva a favelização, violência e miséria. Nós temos que lutar junto aos trabalhadores por melhores salários, assim, terão dinheiro para garantir casa e etc. Fazer um plano de obras públicas para diminuir o desemprego. A cidade precisa ter um plano de urbanização para atender ao crescimento infelizmente isso não vem acontecendo.
Vagner: Hoje, um problema que vem sendo muito observado em São Gonçalo é o trânsito caótico pelas ruas da cidade. O fato é que o município cresceu e não recebeu até aqui qualquer investimento na mobilidade urbana. Caso seja eleita, a senhora tem um projeto emergencial que possa ser logo implantado nos primeiros meses de seu governo?
Dayse Oliveira: Esse é um grande problema. Não há investimento no transporte publico que cada vez mais se tornam precários e caros. Sem contar que temos um transito insuportável que toma todo o tempo do trabalhador. Precisamos regularizar o transporte alternativo e acabar com o monopólio das grandes empresas de transporte. Acabar com a conseção de 25 anos para estas empresas privadas e colocar o transporte nas mãos do governo e trabalhadores para assim atender as necessidades de todos. Baratear a passagem para R$ 1 real e passe livre para estudantes e desempregados. Além de editar uma lei que põe fim na dupla função (motorista sendo motorista e cobrador).
Vagner: Numa entrevista a um outro veículo jornalístico, a senhora disse que um de seus projetos é discutir a questão da violência contra as mulheres, o racismo e a violência contra os homossexuais. Qual é a realidade hoje em São Gonçalo com relação ao preconceito sobre essas questões levantadas pela candidata?
Dayse Oliveira: Basta olhar as páginas de jornal diariamente que você verá casos de mulher sendo espancada, morta e humilhada todos os dias. Há pouco tempo uma jovem foi estuprada e morta, outra foi morta a socos e ponta pés, chega dessas atrocidades! O governo deve ser linha de frente na defesa das mulheres e combate ao machismo e toda forma de opressão. Os homosessuais devem ter o direito de escolher com quem se relacionar e o governo deve editar medidas que garanta esta opção, não podemos deixar o preconceito acabar com mais sonhos e levar para o túmulo aqueles que pensam diferente da maioria da sociedade.
Quanto ao racismo chegamos no momento em que os governos dizem que evoluimos, nós pensamos o contrário. Estamos em um momento em que o racismo está em toda parte e só pode chegar ao fim com uma mudança drástica na sociedade, pois, os patrões se utilizam do racismo para continuar governando e colocando diferenças entre negros e brancos, explorando ainda mais o povo negro colocando-os em postos de subemprengos, recebendo salários mais baixos que o do homem trabalhador branco.a violência, o desemprego, a falta de oportunidades tem cor e também tem sexo. Nas capas de jornais vemos negros e negras sofrendo toda forma de violência. Isso tem que ter um fim.  
Vagner: Candidata, este ano a eleição está bem concorrida. Como é fazer uma campanha com apenas R$ 5 mil? E qual é a sua avaliação até o momento da campanha eleitoral?
Dayse Oliveira: Nossa campanha é financiada pelos trabalhadores, por isso temos um orçamento apertado. Para manter um programa para os trabalhadores é necessário que os próprios trabalhadores o financie. Quem paga a banda escolhe a musica. Quando as empreiteiras, bancos e grandes empresários financiam campanhas de candidatos não é a toa é porque querem que governem a favor deles e contra os trabalhadores. Não temos material de papel fotográfico, nem banner gigante. Mas, temos uma militância de muita garra que tem no coração a força e a vontade para mudar o mundo. Construir um mundo socialista, um mundo onde o homem não seja explorado pelo homem.
Hoje nossa campanha se encontra no caminho dos trabalhadores com panfletagens nos bairros, escolas e portas de fábricas. Indo de encontro com as massas populares, para quem pretendemos governar.
Mudando de assunto agora para que os gonçalenses possam conhecê-la melhor fora do universo político.
Vagner: Qual é a sua relação com a cidade? O que São Gonçalo significa para a senhora?
Dayse Oliveira: Uma cidade importante na minha vida e que entrou para minha história. Hoje são Gonçalo é minha casa.
Vagner: O que faz nas horas vagas na cidade?
Dayse Oliveira: Gosto de ir ao cinema, reunir com a família e ler um bom livro.
Vagner: Qual é o seu lugar preferido em São Gonçalo?
Dayse Oliveira: O meu bairro, Porto Velho.
Vagner: O que não gosta na cidade?
Dayse Oliveira: Não gosto de ver o descaso com a população em cada rua que passo, em cada esquina que viro. Onde passamos são Gonçalo expressa o abandono, o descaso. Faltam políticas publicas para a cidade e investimentos na saúde, educação, cultura e lazer, necessidades fundamentais para que os trabalhadores e trabalhadoras de SG possam viver com dignidade. Para mim também é intolerável o racismo, o machismo e a homofobia e toda a forma de opressão.
Vagner: O que gostaria de resgatar da São Gonçalo do passado?
Dayse Oliveira: O carnaval na cidade.
Vagner: E como gostaria de ver o município no futuro?
Dayse Oliveira: Gostaria de ver o município governado para os trabalhadores. Inclusive esse é o nosso lema de campanha. O município não pode ser governado visando o bem estar das empreiteiras e dos poderosos que exploram os trabalhadores. Queremos bem estar e uma vida decente para aqueles que hoje acordam cedo todos os dias para trabalhar, ganham pouco e enfrentam todas as mazelas do mundo atual. Gostaria de ver uma cidade igualitária, onde as pessoas tivessem acesso a saúde e educação de qualidade, pudessem ter cultura e lazer livres e recebessem salários dignos de acordo com o que produzem.
Vamos agora as preferências nos campos da arte, esporte, culinária, entre outros.
Livro: “Tudo o que eu queria te dizer” de Marta Medeiros.
Escritor: Marta Medeiros
Filme: Sonhos de Akira korosaua
Estilo musical: samba, jazz.
Música: Morro Velho de Milton Nascimento
Banda/Grupo:  The Clash
Cantor: Emilio Santiago
Cantora: Elis Regina
Atriz: Liv Ulman
Ator: Milton Gonçalves, Samuel Ljackson
Programas de Tv: Esquenta
Esporte : Futebol
Time de futebol: Vasco
Jogador: Mauro Galvão
Prato preferido: feijoada
Cor: azul
Cidade:São Gonçalo
Estado:RJ
País: Brasil
Religião: eclética. 
Personalidade política: Cyro Garcia
Personalidade gonçalense: Ana Maria Quintanilha
Um sonho: construir um mundo diferente, socialista.
Uma frase:sonhos, acreditem neles!
Vagner: E para encerrar, deixe uma mensagem para os gonçalenses e fale por que os eleitores devem votar na senhora.
Dayse Oliveira: Sonhamos o possível e suportamos o impossível. Chega! São Gonçalo para os trabalhadores!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Site de Adolfo Konder informa que o candidato foi responsável pela instalação da fábrica de sardinhas Coqueiro em São Gonçalo. Detalhe: a fábrica foi fundada no município na década de 30


Na biografia do candidato Adolfo Konder (PDT), publicada em seu site de campanha, informa que o prefeitável foi responsável pela instalação da fábrica de sardinhas Coqueiro, em São Gonçalo.

 
“Adolfo participou de diversas conquis­tas. Em parceria com o governo federal, ajudou a trazer o Centro de Integração do Comperj, que emprega 4 mil pessoas e tem capacidade para atender 370 alunos em três turnos. Empresas de grande porte, como os Supermercados Guanabara, Coca-Cola, Estaleiro Aliança e Coqueiro, se instalaram em São Gonçalo durante sua gestão. Adolfo também ajudou a criar uma política de geração de empregos e renda, que deu condições dignas de vida para milhares de moradores. Até 2015, serão criados 5 mil postos de trabalho no município.”

 Clique na imagem para ampliar

 Acesse a página AQUI


Qualquer gonçalense sabe que a fábrica da famosa marca de peixes está presente no município há muito anos, mas precisamente desde a década de 30.

Veja, abaixo, as informações que obtive numa rápida pesquisa na internet sobre a Coqueiro, em São Gonçalo.

Clique nas imagens para ampliá-las
 

Acesse a Wikipedia (História de São Gonçalo) AQUI



Acesse a página sobre a economia gonçalense, no site PMSG, clicando AQUI


Em 2011, a empresa Camil compra da PepsiCo a marca Coqueiro


 
Confira a matéria na íntegra, clicando AQUI


A pergunta que não quer calar: será que o pessoal da campanha do candidato está tirando os gonçalenses como pessoas ignorantes, tolas, tapadas?
 


domingo, 19 de agosto de 2012

Território Gonçalense entrevista o prefeitável Josemar Carvalho (PSOL)


Josemar Carvalho gravando a propaganda eleitoral na TV - Foto: Divulgação

Com o objetivo de deixar os eleitores cada vez mais informados sobre a disputa eleitoral, a partir de hoje o Território Gonçalense Eleições 2012 vai publicar uma série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de São Gonçalo.

A primeira entrevista é com o candidato do PSOL, Professor Josemar Carvalho.

Morador de Neves, 36 anos, ex-militante do movimento estudantil, coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFF, fundador do PSOL (após romper com o PT em 2004) e presidente do partido, em São Gonçalo, Professor Josemar Carvalho concorre pela segunda vez ao cargo de prefeito. Na eleição de 2004, o candidato psolista obteve 14.246 votos.

Vamos saber, abaixo, o porquê de esse gonçalense querer concorrer de novo à Prefeitura.

Vagner Rosa: Por que o senhor quer ser prefeito de São Gonçalo?

Josemar Carvalho: Porque quero mudar o quadro atual da cidade. Vagner, sou gonçalense não admito tamanho descaso com a população e com serviços públicos.
Quero que os postos de saúde funcionem 24 horas, porque a minha sente na pele, como professor, quero ver as escolas funcionando com qualidade com profissionais bem remunerados. Quero que a cidade cresça socialmente, culturalmente e politicamente.
Creio que a nossa cidade pode avançar, se rompermos com a lógica do atraso, precisamos pensar grande. Nossa cidade tem mais de um milhão de habitantes, somos a 15ª cidade mais populosa do Brasil, superamos algumas capitais e não nos damos conta disso. Precisamos pensar grande!
Como gonçalense, quero aumentar a autoestima da população!

Vagner: Nas caminhadas que tem feito pela cidade, o que tem mais chamado a sua atenção?

Josemar Carvalho: Vagner, realmente quem mora em São Gonçalo sabe dos problemas.Porque vivo eles.
Mais o que mais me chamou a atenção são as denúncias que a população tem feito contra a atual gestão.
A falta de saneamento em alguns lugares, abandono da saúde e descaso com a educação são os problemas mais sentidos.
A população está acordando diante das maquiagens feitas pela atual gestão. Posso garantir que a maioria da população não está satisfeita com tamanho descaso.
As pessoas simples e comuns podem até não entender de política profundamente, mas sabem que a urbanização não pode se reduzir a embelezamento de praças e de vias públicas. Sabem também que a cidade tem bairros que estão totalmente abandonados.
Enquanto isso, a atual gestão “vire e mexe” faz uma obrinha numa rua principal para aparecer, não solucionando as questões prioritárias.
Quero ser prefeito para mudar esta realidade! Precisamos inverter as prioridades.

Vagner: É unanimidade que a área mais crítica do município é a saúde. Caso seja eleito, que medida adotaria de imediato para solucionar o péssimo atendimento nesta área?

Josemar Carvalho: Vagner, os índices de saúde de São Gonçalo são os piores do Estado. O IDSUS, formulado pelo Ministério da Saúde revelou isto.
Desta forma, precisamos de maneira urgente aumentar os postos de saúde, conforme falei anteriormente, e equipa-los.
É preciso Garantir a estes Postos toda a estrutura necessária como ambulância, material, garantindo a inclusão de funcionários de saúde do município como endocrinologista, Ortorrinolaringologista, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudiólogo, neurologista e Urologista;
Outra medida será a valorização profissional, hoje o plano de cargos e salários não é respeitado e piso salarial é muito baixo. Para priorizar um setor é preciso, valorizar o material humano, investir no profissional.
Vagner, saúde é vida, investiremos em medicina preventiva. A regularização dos Profissionais de saúde da família é um ponto fundamental. Pois estes profissionais atuam nesta direção. Hoje, estes profissionais concursados recebem assédio moral constantemente e são tratados com desrespeito pela atual gestão. É preciso valorizá-los!
A democracia na gestão da saúde também é importante para que tenhamos transparência administrativa e controle social da verba publica. Criar conselhos para fiscalizar a administração dos postos é fundamental. Por isso defendemos eleições para direção dos postos de saúde. Direção de posto não pode ser usada como moeda de troca na relação entre o Executivo e o Legislativo.

Vagner: O senhor, por ser professor e por ter se manifestado que a educação será prioridade em seu governo, com certeza, conhece muito bem a realidade educacional do município.

Pois bem. O IDEB acabou de divulgar as notas referentes ao indicador bienal de 2011, e São Gonçalo infelizmente não atingiu as metas.

Na rede municipal, a situação é a seguinte:

Meta 5º ano (antiga 4ª série): 4.6 – Média alcançada: 4.1
Meta 9º ano (antiga 8ª série): 3.4 – Média alcançada: 3.2

Professor Josemar, na sua visão qual é o maior problema hoje na educação do município e que medida emergencial o senhor pretende adotar nesta área de grande importância para o progresso do homem e da sociedade?

Josemar Carvalho: Vagner, educação é prioridade porque não há desenvolvimento social sem investimento em educação.
Independente da matriz ideológica do país, a educação é um pilar básico da sociedade. Assim foi na União Soviética nos anos 30, no Japão nos pós-guerra, em Cuba nos anos 60 e recentemente na Coréia do Sul recentemente.
Agora, antes de responder sua pergunta diretamente, quero responsabilizar a atual gestão da Prefeitura por estes índices baixos.
Os investimentos em educação são inferiores aos dos municípios vizinhos. A atual gestão também não investe no profissional, nem nos professores e nem nos funcionários administrativos. O Professor ganha menos de R$ 700,00 e os funcionários passaram a ganhar um salário mínimo agora de dois meses para cá. Como fruto de uma greve.
Um grande absurdo, atual gestão fazer isto com a população e com os servidores.
Agora em relação, as suas perguntas, o maior problema é falta de investimento e de valorização dos professores.
Temos algumas medidas que são emergenciais, primeiro reverter o quadro salarial baixo, hoje as perdas salariais estão na casa dos 33% e o governo municipal só deu 5,7% de reajuste, mesmo porque fizeram greve, porque a proposta inicial da Prefeitura era de 1%, algo inacreditável, né?
Outro ponto é aumentar o número de creches e escolas. Ainda temos uma demanda muita alta. É preciso construir estrutura física. Uma questão básica que a atual gestão não faz.
Precisamos investir em educação inclusiva, e uma escola que os processos de socialização e lazer estejam combinados. Solidariedade, a inclusão e formação profissional são pontos importantes numa proposta pedagógica e de gestão para uma educação critica e voltada para uma sociedade igualitária.
O ensino profissionalizante  é fundamental para os desafios que temos com o COMPERJ. Infelizmente a atual gestão da Prefeitura pouco investiu na qualificação profissional.
Valorizar a retomada dos estudantes para aqueles que defasagem idadeXescolaridade é outro ponto fundamental. Investiremos e ampliaremos a Educação de Jovens e Adultos.
O analfabetismo linguístico e funcional ainda são grandes dentro da nossa cidade. Criaremos programas para auxiliar nesta tarefa, que passam por utilização da escola no contra-turno; por programa de alfabetização específicos e como já falamos com investimentos na educação de jovens e adultos.
Um item que também avaliamos ser um  ponto de partida, é a relação da parceria das Universidades do município com a Prefeitura, infelizmente a Prefeitura nada faz, não estimula pesquisa e pouco apoia projetos acadêmicos da UERJ e das demais universidades.
Queremos também uma escola democrática com eleição direta para diretores. A educação não pode ser moeda de troca numa relação promiusca entre o Executivo e o Legislativo.

Vagner: Infelizmente, São Gonçalo ainda ostenta o triste título de a maior cidade dormitório do país. Dados do Ministério do Trabalho informam que a taxa de desemprego em nosso município é alta: 10,1%. Que soluções o senhor apontam para reverter esse quadro?

Josemar Carvalho: Caro Vagner, São Gonçalo está deixando de ser uma cidade dormitório para integrar ao processo de metropolização. O processo está em curso.
Mas quero deixar claro que o poder público municipal nada tem haver com isto, visto que os investimentos privados (destaque do candidato) são frutos da própria dinâmica nacional/internacional que faz com as grandes metrópoles do planeta.
As metrópoles fazem as cidades vizinhas crescerem. Assim é na Argentina na Grande Buenos Aires, onde cidades como Lomas de Zamora e Ezeiza crescem significativamente, assim é na cidade do megametrópole da cidade do México.
No nosso caso tem haver com a capital do Estado, a cidade do Rio de Janeiro.
Daí vem a questão real, “os fluxos de capitais se direcionam para município como aproveita-los para transformar a cidade numa cidade menos desigual regionalmente”?
Aí que atual gestão erra ...
Ela concentra mais ainda os investimentos no centro e não investe em novas territorialidades. Em outras palavras não investe nos bairros.
Temos incentivar que os empreendimentos comerciais, ou seja Shopping, supermercados sejam construídos nos bairros como forma de desenvolve-los igualitariamente. Isto irá gerar novos postos de trabalho descentralizados porque seria nos bairros, criando uma nova infra-estrutura, com certeza mais empregos.
O problema do desemprego em São Gonçalo também está ligado a falta de qualificação da mão-de-obra, conforme falamos anteriormente na pergunta sobre educação. É preciso direcionar recursos para o ensino profissionalizante.
Um ponto é grande plano de obras publicas, é outro ponto fundamental para gerar emprego e renda na cidade. Infelizmente a atual gestão só faz embelezamento de praças.
Vamos investir no emprego a criação de postos de trabalho com a perspectiva de ensino profissionalizante.

Vagner: Outro indicador negativo sobre o nosso município diz respeito ao saneamento básico. O Instituto Trata Brasil acabou de divulgou o Ranking do Saneamento das 100 maiores cidades brasileiras. São Gonçalo está pessimamente colocada em 75º lugar. O que o senhor tem a dizer sobre essa colocação e como pretende tratar esta importante área em seu governo?

Josemar Carvalho: Esse governo é um muito ruim! Isto que tenho que falar sobre a péssima colocação de São Gonçalo.
Mas vamos lá ...
Iremos reverter este quadro, investindo nos bairros conforme abordei na pergunta anterior e com um plano sério (destaque do candidato), pois o que a atual gestão faz, é reduzir saneamento e urbanização à embelezamento de praças e obras de maquiagem em vias publicas enquanto os bairros estão abandonados.

Vagner: Por conta do Comperj, já podemos sentir ares de progresso na região. Porém, devemos ser realistas com as consequências futuras como: aumento populacional, aumento da violência e favelização. O senhor já tem projetos em mente para enfrentar ou evitar esses problemas que poderão surgir lá na frente?

Josemar Carvalho: Primeiramente devemos investir em educação profissional para que os postos que serão criados venham a ser ocupados por profissionais qualificados.
Segundo, não há planejamento urbano na cidade que busque potencializar e descentralizar a economia da cidade, ainda temos uma forte concentração no Centro e em Alcântara.
Senão planejarmos, teremos problemas com o transito também.

Vagner: Hoje, um problema que vem sendo muito observado em São Gonçalo é o trânsito caótico pelas ruas da cidade. O fato é que o município cresceu e não recebeu até aqui qualquer investimento na mobilidade urbana.  Caso seja eleito, o senhor tem um projeto emergencial que possa ser logo implantado nos primeiros meses de seu governo?

Josemar Carvalho: As gestões que por aqui passaram nunca construíram um planejamento sério. O transito é caótico porque os empreendimentos são concentrados e não se pensa em vias alternativas.
Infelizmente a atual gestão nada faz para mudar este quadro.
Eles arvoram tanto de estarem aliados ao Governador, este mesmo governador que prometeu vários vezes a construção da linha 3, que até hoje não saiu do papel.
A linha 3 do Metro seria importantíssima para desafogar o transito da cidade. É um investimento de grande porte no transporte de massas.
As barcas para o Rio também é fundamental para melhorar a mobilidade de São Gonçalo para o Rio.
Precisamos também modernizar o transito e construir vias alternativas para BR-101 e RJ-104.

Vagner: Numa entrevista a um outro veículo jornalístico, o senhor disse que o programa do PSOL é focado nos problemas da população, pois vocês moram em São Gonçalo e não em Ipanema. O senhor é do pensamento que São Gonçalo tem de ser governado por gonçalense? Por quê?

Josemar Carvalho: Para mim, nossa cidade tem que ser administrada por quem mora e vive em São Gonçalo.
Nesta eleição temos sete candidatos a Prefeito, destes três são publicamente forasteiros.
Um político forasteiro/paraquedista não conhece a cidade, não vive os problemas, trata a cidade como um grande negócio.
Diferente deles, nasci na Casa de Saúde Modelo no Porto Velho, cresci e resido em São Gonçalo.
Eu quero ser prefeito porque sou trabalhador gonçalense e me orgulho disto.
Dei aulas em vários bairros da cidade: Santa Luzia, Santa Catarina, Gradim, Paraiso, Neves, Trindade e, antes de ser professor fui funcionário administrativo por muitos anos no CIEP do Tenente Jardim. Atualmente sou professor da educação básica e Professor da UNIVERSO desde 2003.
Enfrento o engarrafamento todos os dias para chegar ao trabalho. Aqui mora toda a minha família.
Vejo o descaso com a educação e com a saúde todos os dias. Um forasteiro não tem os mesmos sentimentos que eu. Para ele, a cidade é um negócio.
Por isso, darei combate aos forasteiros!
Mas também não deixarei passar nesta campanha: os omissos, os sectários e que votam contra os trabalhadores.
A cidade precisa ter rumo sério, para isto precisa ter um projeto claro e objetivo, com gente séria e qualificada e que more e que viva que respire São Gonçalo.

Vagner: Alguns candidatos têm enfatizado a importância das parcerias com os governos do estado e federal para São Gonçalo continuar crescendo. É possível fazer um bom governo sem essas parcerias? E qual é a sua avaliação da campanha eleitoral até aqui?

Josemar Carvalho: Precisamos romper com esse mito ....
A prefeitura de São Paulo era do PSDB e foi durante o governo Lula a que mais recebeu recursos.
Isto prova que este é um mito a ser superado.
As relações entre o governo federal, estadual e municipal se dão na esfera do poder publico administrativo.
E do mais, um Governador, um Presidente que se nega a repassar recursos públicos e fazer obras por divergência ideológica num determinado município não tem espírito publico.
As diferenças ideológicas têm que ser tratadas no âmbito da gestão, na condução das prioridades, no modelo de gerenciamento e na elaboração de política públicas.
O discurso que eles fazem mistura chantagem com mentira.
Chantagem porque é o discurso é sempre voltado para o continuísmo. Colocam a política como moeda de troca.
Também afirmo que esta política é uma mentira porque o Governador até hoje, deve mais a São Gonçalo do que realmente fez. Cadê as barcas tão prometidas por ele e por sua candidata na eleição passada? Cadê o Metrô por ele prometido?
As parcerias que eles fazem fora do campo administrativo não beneficiam a população...
Servem sim, para os prefeitos e deputados da região se omitirem em relação ao roubo que foi o pedágio e ao aumento abusivo das barcas.
Isso eles não falam, porque no fundo eles têm uma “parceria” para omitir os fatos e enganar o povo pobre e trabalhador.

Mudando de assunto agora para que os gonçalenses possam conhecê-lo melhor fora do universo político.

Vagner: Qual é a sua relação com a cidade? O que São Gonçalo significa para o senhor?

Josemar Carvalho: São Gonçalo é minha cidade. Como falei aqui eu sempre vivi, tenho orgulho de ser gonçalense

Vagner: O que faz nas horas vagas na cidade?

Josemar Carvalho: Rsrsrs ... Eu trabalho bastante, dou muitas aulas, nas horas vagas costumo ver filmes e ler livro.

Vagner: Qual é o seu lugar preferido em São Gonçalo?

Josemar Carvalho: A Praia da Luz é muito interessante, mas costumo frequentar os restaurantes do centro e as comidas mineiras da cidade.

Vagner: O que o senhor não gosta na cidade?

Josemar Carvalho: Não gosto da atual gestão municipal.

Vagner: O que gostaria de resgatar da São Gonçalo do passado?

Josemar Carvalho: A área verde.

Vagner: E como gostaria de ver o município no futuro?

Josemar Carvalho: Uma cidade prospera é uma cidade com desenvolvimento social, com educação de qualidade, com distribuição de renda, com saúde funcionando, com saneamento para todos. Assim que eu quero ver São Gonçalo!

Vamos agora as preferências nos campos da arte, esporte, culinária, entre outros...

Livro: Vários gosto de livros de Marxismo, de Geografia e sobre Vampiros como lazer.
Escritor: Anne Rice
Filme: Alguns filmes me marcaram muito: “Cidades dos Anjos” com Nicollas Cage; e “O Homem da Mascara de Ferro”, com Leonardo Dicaprio.
Estilo musical: Eclético
Música: Não tenho discriminação com música, gosto do Funk à musica clássica. Se tiver qualidade eu apoio e escuto.
Banda/grupo: Legião Urbana
Cantor: Jorge Benjor
Cantora: Marina Lima e Cássia Eller
Atriz: Thaís Araújo
Ator: Nei Latorraca
Programas de TV: TV Senado
Esporte: Futebol
Time de futebol: Flamengo
Jogador: Zico
Prato preferido: Como de tudo ... (Risos)
Cor: Vermelho
Cidade: São Gonçalo
Estado: Rio de Janeiro
País: Brasil
Religião: Não tenho prática religiosa, respeito todas. Inclusive discordo profundamente das pessoas públicas que fazem segregação religiosa. A discriminação religiosa é um absurdo. Não queremos que o nosso município e nosso país se transforme numa Irlanda do Norte.
Personalidade política: A deputada Luciana Genro
Personalidade gonçalense: Altay Veloso
Um sonho: Ver o nosso município bem desenvolvido em todos os aspectos.
Uma frase: "Proletários de todo mundo, uni-vos"

Vagner: E para encerrar, deixe uma mensagem para os gonçalenses e fale por que os eleitores devem votar no senhor.

Josemar Carvalho: Nossa candidatura é uma esperança de mudança, precisamos transformar o quadro atual que descrevemos nesta entrevista. Conforme falei na primeira pergunta como gonçalense não admito tamanho descaso com a população e com serviços públicos.
Na Prefeitura, faremos os postos funcionarem 24 horas, regularizaremos os profissionais do PSF e valorizaremos os profissionais.
Transformaremos a educação em prioridade, para que o verdadeiro desenvolvimento aconteça. Vamos valorizar os professores e os funcionários administrativos com salário digno.
Conforme abordei anteriormente, creio que a nossa cidade pode avançar, se rompermos com a lógica do atraso, precisamos pensar grande. Nossa cidade tem mais de um milhão de habitantes, somos a 15ª cidade mais populosa do Brasil, superamos algumas capitais e não nos damos conta disso. Precisamos pensar grande!
O voto na nossa candidatura é o voto na diferença!
É um voto na grandeza das ideias e dos princípios!
É um voto contra os forasteiros, contra os políticos corruptos que estão instalados na nossa cidade. Somos a perspectiva de mudança, porque somos de um partido sério, o PSOL que em conjunto forma a esquerda coerente no município.
Peço também que você leu esta entrevista e que irá votar em mim, que converse com seus amigos sobre a nossa candidatura.
Reformular a política gonçalense, passa por dar oportunidade a verdadeira mudança.
Não vamos nos intimidar com as candidaturas milionárias. O melhor não é aquele que gasta mais, mas aquele que apresenta boas propostas  e que pertence a um partido sério e que vive e mora na cidade.
Acorda São Gonçalo! Mudança se faz com o novo!

sábado, 18 de agosto de 2012

A festa de Sérgio Cabral e Graça Matos no Jardim Catarina

Foto: Divulgação


O governador Sérgio Cabral esteve hoje em São Gonçalo especialmente para prestigiar a sua candidata à Prefeitura de São Gonçalo, Graça Matos (PMDB).

Participou de uma caminhada ao lado da prefeitável no bairro Jardim Catarina.

O evento foi uma festa só: muitos sorrisos, beijos, abraços e palavras de vitória.

Confiram, abaixo, algumas imagens:


Deputado Federal Edson Ezequiel, candidata Graça Matos, governador Sérgio Carbral e o vice da Graça, Rafael do Gordo - Foto: Divulgação
 
 
Vice-governador Luiz Fernando Pezão, Marco Antônio Cabral, William Sapucaia, candidata Graça Matos e governador Sérgio Cabral - Foto: Divulgação