A vitória de Neilton Mulim foi espetacular. O candidato venceu as três máquinas administrativas: municipal (Aparecida Panisset), estadual (Sérgio Cabral) e federal (Dilma Rousseff).
Mulim também venceu o principal jornal da cidade que o ignorou em suas páginas, favorecendo explicitamente o seu adversário, principalmente na última semana de campanha predizendo a vitória de Konder com larga vantagem sobre o republicano.
E além de ter sido vítima de toda sorte de baixarias, o candidato foi punido também pelo TRE - tendo os dois últimos dias de horário eleitoral gratuito, no rádio e na TV, ocupados pelo direito de resposta do Adolfo, que se sentiu ofendido com a veiculação da matéria produzida pela Band (sobre o uso da máquina pública na campanha do candidato) no programa de Neilton Mulim.
Mas todas essas forças e adversidades não conseguiram derrotá-lo. A vitória do gonçalense surpreendeu a todos. A sua diferença para o resultado do primeiro turno foi altamente expressiva: de 25,22 % para 56,78%.
Já o candidato carioca, teve um crescimento pífio: de 41,65% (primeiro turno) para 43,22%.
O republicano triunfou sobre o pedetista com uma diferença de 63 mil votos.
É importante ressaltar também que a votação expressiva em Mulim significou um retumbante NÃO da população a continuidade do Governo Panisset.
Os gonçalenses que votaram contra a prefeita Aparecida Panisset amanheceram nesta segunda-feira de alma lavada.























































